No Paquistão, adolescente cristã é declarada inocente, mas caso prossegue

 

 

 

O caso de Rimsha Masih, a cristã paquistanesa de 14 anos, que enfrentou a prisão por, supostamente , queimar o Alcorão, mas, em seguida,foi  declarada “inocente” pela polícia, teve outra reviravolta: surpreendentemente, o caso não foi fechado, ao invés disso, ela será ouvida em um tribunal de menores

 

 

 

Segunda-feira (24), um tribunal local, ordenou a transferência do caso de Rimsha para o tribunal de menores, de acordo com o advogado da garota, Tahir Naveed Choudhry. A decisão seguiu-se a uma audiência que aconteceu sábado (22), quando a polícia disse que Rimsha era inocente.

Depois de ser acusada por suposta blasfêmia, em 16 de agosto, Rimsha passou três semanas em uma prisão adulta preventiva, na Cadeia de Adiala, em Rawalpindi. Ela tinha sido acusada de queimar páginas do Alcorão (livro sagrado islâmico) e colocá-las em um saco de lixo. Rimsha foi libertada sob fiança, em 8 de setembro, depois que a polícia prendeu o clérigo de uma mesquita próxima, Imam Khalid Jadoon, por denunciá-la falsamente.

O juiz Raja Jawad Abbas do Distrito de Tribunal e Sessões disse: “Nós recebemos o relatório médico que confirma que ela tem 14 anos. Por isso, a investigação deve ser apresentada em um tribunal de menores.” Um relatório médico oficial classificou Rimsha como “ignorante” e com uma idade mental mais jovem do que seus anos de fato. Outros alegaram que ela tem 11 anos e sofre de Síndrome de Down.

Abdul Raheem Rao, advogado que representa  Malik Ammad, vizinho de Rimsha, e que a acusou originalmente, contestou o relatório médico, alegando que o documento estava errado e que Rimsha, na verdade, tem 21 anos de idade. O juiz alertou que ele deveria recorrer ao tribunal de menores, caso quisesse recorrer da decisão de sua libertação. O advogado de acusação também disse que Rimsha havia sido enviada para a Noruega, mas seu advogado, Tahir Naveed Chaudhry, disse que ela ainda está no Paquistão. Sua localização não pode ser divulgada devido a riscos de segurança. Seus pais receberam ameaças de morte.

Rimsha foi convocada a comparecer pessoalmente na próxima audiência do caso, em primeiro de outubro. Ao ser julgada com idade considerada juvenil, Rimsha poderá enfrentar uma pena máxima de sete anos de prisão. Se ela fosse julgada como adulta, poderia ser condenado à prisão perpétua.

Rimsha é declarada inocente
Um investigador de polícia disse sábado (22), no tribunal, em Islamabad, que não há nenhuma evidência de que Rimsha Masih tenha profanado o Alcorão.

Munir Hussain Jaffri comentou ainda que é possível que o Imam Khalid Jadoon tenha adulterado provas, colocando páginas do Alcorão em uma bolsa que Rimsha carregava. A polícia declarou que o clérigo deve enfrentar o julgamento em seu lugar.

Jaffri havia dito anteriormente que três testemunhas viram o clérigo acrescentando as páginas com versos do Alcorão às cinzas de Malik Ammad; entregue como prova contra Rimsha. Os três exortaram o líder muçulmano a não interferir e depositar os documentos, mas ele lhes disse: “Vocês sabem que esta é a única forma de expulsar os cristãos da área.” Mais de 600 cristãos fugiram do bairro após a detenção.

Mais uma vez, a polícia levou  Rimsha ao tribunal em um helicóptero e depois a encaminhou de volta para um local desconhecido.

Fonte: Church in Chains / Portas Abertas http://www.portasabertas.org.br/noticias/2012/09/1828184/
Tradução: Ana Luíza Vastag
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Radicais nigerianos matam cinco em um ataque contra cristãos

 

 

 

Declarada oficialmente como uma nação islâmica, desde o início desse ano, a Nigéria tem sido palco de uma série de ataques contra famílias cristãs que vivem no país. Recentemente, supostos membros do grupo islâmico radical Boko Haram atacaram uma reunião cristã. Ore pela proteção dos servos do Senhor!

 

 

 

No último domingo (16), cinco pessoas foram mortas a tiros em Zongo, Bauchi, quando homens armados atacaram alguns cristãos poucos minutos depois das seis horas da tarde. Outros nove irmãos ficaram feridos.

De acordo com o presidente da Juventude da Associação Cristã da Nigéria do Estado de Bauchi (YOWICAN, sigla em inglês), Simon Samuel, em entrevista por telefone, os pistoleiros eram, supostamente, membros do Boko Haram.

“Após invadirem a reunião e atirarem contra as pessoas que ali estavam, cinco cristãos foram mortos enquanto nove sofreram ferimentos graves.Eles vieram até a arena onde as vítimas divertiam-se com um jogo local de triciclos, chamado Keke NAPEP e atiraram sem ao menos titubearem. Vou sempre ao Hospital Tafawa Balewa University Teaching, onde os feridos são atendidos”, disse ele.

Quando contatado, o porta-voz da polícia de Bauchi, Hassan Mohammed, disse que não estava ciente do incidente.

“Dois jornalistas me ligaram, mas eu ainda não tive a chance de confirmar os fatos. A imprensa e a polícia estão fazendo o mesmo trabalho, porque todos nós trabalhamos pela paz na Nigéria. Então, temos de obter todos os detalhes para não cometermos o crime de divulgar informações erradas”, disse o delegado Mohammed.

Fonte: Daily Times Nigeria / Portas Abertas http://www.portasabertas.org.br/noticias/2012/09/1815861/

Tradução: Ana Luíza Vastag

Líder cristão chora após islâmicos fecharem Igreja na Indonésia

 

 

 

Ministro, prefeito e islâmicos decidem expulsar a comunidade protestante, apesar das licenças regulares e um acordo do Tribunal Constitucional autorizarem o funcionamento da Igreja Yasmin. Líderes locais acusam o ministro do Interior de provocar a situação. Demais Igrejas da Indonésia e ativistas de direitos humanos prestaram queixa à polícia

 

 

 

“É uma vergonha”, denuncia Sigalingging Bona, porta-voz da Igreja Yasmin GKI, reagindo à reunião a portas fechadas entre o ministro de Assuntos Internos da Indonésia, os líderes da cidade de Bogor, Java Ocidental, e o líder de um movimento extremista islâmico. O encontro resultou na expulsão da comunidade protestante de seu lugar de adoração, apesar de as licenças de construção estarem regulares e um acordo do Tribunal Constitucional permitir o funcionamento da mesma. Em resposta, líderes do movimento cristão apresentaram uma queixa formal aos tribunais, contra a administração local do prefeito Diani Budiarto.

Essa reunião decisiva foi realizada em 8 de setembro, onde estavam presentes Gamawan Fauzi, Ministro do Interior, Iman Ahmad, chefe do grupo extremista islâmico Forkami e o prefeito de Bogor, Diani Budiarto. A decisão do ministro causou confusão dentro da comunidade cristã que, além de não participar da mesa de negociações, teve de suportar, passivamente, a vontade de ambas as partes – administração local e movimento extremista Forkami – que mais do que qualquer outro tem, nos últimos meses, “perseguido ” a minoria religiosa no país.

Entrevistado pela agência AsiaNews, Sigalingging Bona, porta-voz da igreja, afirmou que a decisão de convidar o líder do Forkami foi “vergonhosa”. Este é um “grupo islâmico radical conhecido por alimentar a tensão local. Eles conseguiram limitar as atividades de nossa igreja à força”, disse. Segundo membros da congregação, impedir a realização dos cultos é uma atitude contrária ao acordo do Tribunal Constitucional; por isso, eles apresentaram uma queixa à polícia. Este último recurso à justiça é suportado pelo Sínodo das Igrejas Indonésias (IGP, sigla em inglês) e pelo Working Group on Human Rights, que condena a “face dupla” do governo em termos de liberdade religiosa.

O processo para a construção de uma igreja na Indonésia – católica ou protestante – é bastante complicado; pode-se levar de cinco a dez anos para obter todas as licenças exigidas por lei. O procedimento é regido pela Mendirikan Izin Bangunan (IMB), uma espécie de protocolo escrito emitido pelas autoridades locais, que permite o início das construções. A situação fica mais complicada se for um local de culto cristão: a permissão deve ser obtida a partir de um número de residentes na área onde o edifício será registrado, além da avaliação do grupo local para o Diálogo Inter-Religioso. Mesmo se a permissão for concedida, “razões não especificadas” podem entrar em jogo, o que pode resultar no bloqueio dos projetos. Muitas vezes, isso ocorre após pressão da comunidade muçulmana ou movimentos radicais islâmicos.

No final de maio, os fiéis da Igreja Yasmin comemoraram o Pentecostes, em Jacarta, em frente ao palácio presidencial. Os cristãos se reuniram perto da residência do chefe de Estado da Indonésia, Susilo Bambang Yudhoyono, porque foram privados de seus lugares de culto. Durante três anos, eles não puderam ir à igreja, que foi selada a mando de autoridades locais.

Tradução: Ana Luíza Vastag

Quando não se conhece a DEUS

Alguma vez você já se perguntou se houve um tempo em que a imoralidade e a licenciosidade imperassem como em nossos dias? Bom, meditemos hoje na época em que o profeta Oséias viveu. Naquele tempo a adoração da criatura tinha despojado a adoração do Criador, e quando isso acontece, quando o ser humano e o que ele pode fazer se tornam o centro da atenção, então se dá lugar a uma religião de exterioridades.

Nos dias de Oséias, ninguém mais obedecia ao Deus verdadeiro. Prevaleciam a falta de honestidade e a falsidade diante de Deus e dos homens. Eram dias de prosperidade material, mas de pobreza espiritual. Pervertia-se a justiça, oprimia-se os pobres e adulterava-se em nome de Deus, pois se tinha misturado o culto pagão com a adoração ao verdadeiro Deus.

É diante desse quadro que Oséias diz, no capítulo cinco, versículo quatro: “O seu proceder não lhes permite voltar para o seu Deus, porque o espírito da prostituição está no meio deles, e não conhecem ao Senhor”. Veja, a razão é porque “não conhecem ao Senhor”.

Se não conheciam a Deus, como pretendiam servi-Lo? Se não O conheciam, como rendiam culto a Ele? É possível “servir a Deus e dar-Lhe culto” sem conhece-Lo? Bom, a história do povo de Israel nos dias de Oséias nos prova que sim.

Qualquer culto, qualquer igreja, qualquer mensagem, que desvia do Deus verdadeiro os olhos do povo e de alguma forma tenta levar a atenção dos homens à criatura, ao ser humano, ao seu comportamento e às suas consecuções, dá evidência de que o conhecimento de Deus está obscurecido, limitado ou nulo e mais cedo ou mais tarde, esse tipo de religião dá lugar a um cristianismo oco e de fachada.

Quer dizer que não devemos ensinar ao povo como vestir-se, como alimentar-se e como comportar-se? Não. O que estou dizendo é que devemos ensinar ao povo como vestir-se, como alimentar-se e como comportar-se, vivendo uma vida de comunhão diária com Cristo.

Ensinar normas de conduta é apenas ético. Mas o cristianismo que Jesus veio ensinar é mais do que um código moral de ética. Ele veio transformar vidas, criar novas criaturas, que depois de transformadas, sentissem alegria em viver os princípios eternos de Sua santa Lei.

No capítulo seis, verso oito, Oséias chama ao reino do Norte de “bolo não virado”. E aqui Deus usa mais uma vez o profeta para combater a casca da religiosidade. Um bolo não virado só fica assado de um lado e por dentro é massa crua. Deus não aceita isso. Ele quer o bolo cozido por dentro e, naturalmente, dourado por fora. Deus se deleita no bom comportamento de Sua igreja. As boas obras sempre são para louvor de Seu nome. São uma oferenda cheirosa para Ele, mas só quando resultam de uma vida interior de comunhão diária com Cristo.

O Espírito Santo está pronto a reproduzir em nós o caráter de Cristo, mas precisamos permitir que Ele habite em nós cada minuto da vida.

Texto: Alejandro Bullon

Fonte: http://novotempo.com/amiltonmenezes/2012/09/14/quando-nao-se-conhece-a-deus/

Pastor é preso por distribuir literatura cristã na Índia

 

 

 

Um pastor indiano foi detido por três dias porque agressores o acusaram de converter hindus ao cristianismo. Segundo os rebeldes, o cristão “criticava a religião hindu e suas práticas religiosas, e também os forçava a beber sangue de vaca”. O ataque ocorreu após 25 hindus radicais terem descoberto que o líder religioso estava distribuindo literatura cristã

 

 

 

O pastor John Pargy, de 26 anos, da Igreja Cristã em Birmawal, Ratlam, prega o evangelho de Jesus Cristo na Índia. Ele é casado com a jovem Neelu, de 23 anos, e tem dois filhos, um de dois, outro de cinco anos.

Na última sexta-feira (7), Pargy estava distribuindo literatura cristã na aldeia de Birmawal quando cerca de 25 ativistas dos grupos radicais hindus RSS e Bajranga Dal o atacaram. Agrediram-no e o acusaram de converter praticantes do hindu ao cristianismo.

Embora eles estivessem determinados a tirar sua vida, alguma coisa os fez mudar de decisão e eles o levaram à delegacia de polícia de Birmawal. Prestaram reclamações de que ele estava criticando a religião hindu e as práticas religiosas que a envolvem, e também forçava indivíduos a beberem  sangue de vaca – animal considerado sagrado na Índia.

De Birmawal, ele foi transferido para a delegacia de Ratlam, onde foi acusado sob a legislação da Índia de perturbar a paz pública; enviado à prisão, foi liberto sob fiança, após três dias.

 

Fonte: Christian Persecution News / Portas Abertas http://www.portasabertas.org.br/noticias/2012/09/1797600/
Tradução: Ana Luíza Vastag

No Vietnã, cristão de 64 anos permanece preso

 

 

 

O líder cristão Nguyen Van Ly passou 17 anos na prisão, desde 1970, por falar sobre os direitos humanos e as questões de liberdade religiosa, no Vietnã. Aos 64 anos, sua saúde foi severamente prejudicada pelo tempo em que esteve na prisão. Grupos de direitos humanos afirmam que ele precisa de tratamento médico. O Vietnã continua a ser um grande violador da liberdade religiosa, onde os cristãos são presos por causa de sua fé

 

 

 

A Anistia Internacional apela aos cristãos de todo o mundo para pressionar o governo do Vietnã a libertar o líder cristão, ativista de direitos humanos, Nguyen Van Ly.

Ly, de 64 anos, foi condenado a oito anos de prisão por suas iniciativas em prol da liberdade religiosa e por sua crítica, de longa data, sobre as políticas de direitos humanos do governo vietnamita.

Em março de 2010, ele foi temporariamente autorizado a sair da prisão para um tratamento médico, depois de ter sofrido um derrame e diagnosticado com um tumor cerebral.

No entanto, em julho de 2011, ele foi levado de volta à prisão Ba Saoi, acusado de incitar a dissidência (ato contrário ao governo estabelecido). Informações oficiais indicam que Ly está bem de saúde, mas, como resultado do derrame, está parcialmente paralisado.

Melina Dayne, membro da Anistia Internacional, em Edmonton, está trabalhando no caso de Ly há 18 meses. Além de incentivar as pessoas a enviarem e-mails e cartas para o governo vietnamita, ela distribui panfletos sobre a história do cristão. “Infelizmente, ele ainda está na prisão”, lamentou.

Dayne, enfermeira que conviveu por anos com Ly, na igreja, expressa seu desejo de que os cristãos e vizinhos tomem alguma atitude em favor de Nguyen Van Ly. “Nós temos a responsabilidade de falar por aqueles que não têm voz”, disse ela.

Até seu retorno à prisão, depois do tratamento médico, o líder religioso Ly estava vivendo sob vigilância em uma casa para sacerdotes aposentados, no centro do Vietnã.

“Autoridades afirmaram que o cristão foi devolvido à prisão porque ele havia distribuído documentos críticos às políticas de governo sobre a liberdade religiosa e os direitos humanos, o que incitou diversas manifestações”, afirma um comunicado da Anistia Internacional.

John Tackaberry, porta-voz do escritório nacional da Anistia Internacional, em Ottawa, disse: “Ly passou cerca de 17 anos na prisão, desde 1970, por conta de suas apelos por respeito aos direitos humanos e liberdade religiosa de expressão. Mas, nunca esteve envolvido em manifestações marcadas pelo uso da violência”.

“A liberdade de expressão, associações ou reuniões são severamente restringidas no Vietnã”, explicou Tackaberry.

“Rotineiramente, no Vietnã, autoridades prendem ativistas pacíficos, críticos das políticas de governo e aqueles que defendem maiores liberdades; o cristão Ly se encaixa nessa categoria e eles o prenderam por esse motivo”, contou.

Tackaberry falou que, assim como Ly, dezenas de prisioneiros de consciência (detidos por conta de sua crença política, religiosa ou outras conscientemente defendidas), incluindo blogueiros, advogados, escritores, sindicalistas, empresários e simpatizantes de grupos de oposição, cristãos e demais representantes de minoria religiosa, estão condenados a longas penas de prisão, nos termos da legislação que criminaliza a dissidência pacífica.

Por isso, a Anistia tem incentivado a pressão sobre as autoridades vietnamitas para libertar o cristão imediata e incondicionalmente.

“Convoquem-os a revelar onde Ly está, e permitir-lhe o acesso imediato à sua família, assim como um advogado de sua escolha”, orientou o comunicado oficial de imprensa da Anistia. “Peça a eles para que Ly tenha acesso completo a qualquer atenção médica que ele possa necessitar”.

Vietnã é o 19º país que mais persegue os cristãos no mundo.

 

Fonte: International Christian Concern / Portas Abertas http://www.portasabertas.org.br/noticias/2012/09/1786414/
Tradução: Ana Luíza Vastag

Urgente: Pastor Yousef Nadarkhani é solto da prisão!

 

 

 

Após permanecer na prisão por quase três anos, sob a ameaça de ser executado por causa de sua fé, o Pastor Yousef Nadarkhani foi liberto da prisão e inocentado da acusação de apostasia

 

 

 

Ontem o pastor Yousef foi convocado a se apresentar no tribunal. Sua audiência durou seis horas, mas ao final, ele pôde voltar para sua casa e sua família.

Algumas das fontes próximas ao caso relatam que o tribunal o inocentou das acusações de apostasia (as quais poderiam levá-lo à execução), mas foi considerado culpado na acusação de evangelizar muçulmanos e sentenciado a três anos de prisão por isso. Como ele já estava na prisão durante esse período, ser ser julgado, o tribunal considerou que sua sentença já havia sido cumprida.

Louvamos a Deus pela libertação de Yousef Nadarkhani e agradecemos a você, querido irmão em Cristo, que sofreu junto com essa parte do Corpo que estava sendo afligida.

Vamos orar pela readaptação de Yousef e sua família e por sua proteção. Que Deus seja honrado através do testemunho e vida deste cristão.