Aviso!

Olá pessoal! Eu estou indo passar uns dias na linda cidade do Rio de Janeiro e provavelmente eu não terei como adicionar posts com a mesma regularidade como sempre faço. Mais fiquem tranquilos a partir do dia 25/07 tudo volta ao normal…

Abraço!

 

Frank Ferreira

Na linha de frente apesar da incerteza

 

 

 

O seguinte texto é o testemunho de um cristão egípcio, que comenta o que a revolução e as eleições no país têm representado para a Igreja egípcia

 

 

 

O Egito mudou drasticamente desde o começo da revolução em 25 de janeiro de 2011.

Olhando para os últimos 17 meses, tenho tantos pensamentos e sentimentos misturados! Alguns dias pareciam ter mais de 24 hours, e algumas noites duravam anos!

Virou-se uma nova página na longa história do meu país. O capítulo dos últimos quase 60 anos de um Egito governado por militares finalmente acabou. Estamos começando um novo capítulo.

Nosso novo presidente, Dr. Mohamed Mursi, do movimento da Irmandade Muçulmana, fez seu juramento de posse no sábado 30 de junho.

Apesar de a Igreja ter orado por tantos anos, pedindo ao Senhor para acabar com a corrupção, a ditadura e o abuso de poder, como cristão, tenho de admitir que os acontecimentos dos últimos 17 meses foram além de tudo o que eu poderia imaginar!

Um dia que eu nunca vou esquecer é 28 de janeiro de 2011!

Naquele dia houve graves confrontos e lutas entre forças policiais e manifestantes irados. Muitas delegacias de polícia foram queimadas. Roubaram muitas armas e metralhadoras. Arrombaram  muitas cadeias, libertado muitos prisioneiros.

Na noite do dia 28, nossa segurança corria risco, porque o sistema policial havia sido desmantelado. Naquela noite não havia nada que pudéssemos fazer, ninguém a quem correr — só podíamos clamar ao Senhor para salvar o Egito. A Igreja orou e os cristãos prostraram-se.

Em paz na cova dos leões

Viver no Egito nos dias de hoje é como andar numa montanha russa! Você começa a sentir que ainda há esperança em um homem ou um novo sistema. De repente, quando menos se espera, esse sistema se levanta contra você e o joga para baixo.

Ao longo do dia somos bombardeados com notícias de revoluções, mudanças repentinas, decepções, rumores, incidentes, ataques e confrontos, aqui e ali. Nossas expectativas e esperanças de um país livre, onde os cristãos podem ter seus direitos, já se tornaram um sonho muito distante.

A influência do islamismo no Egito aumentou significativamente depois que os partidos da Irmandade Muçulmana e dos salafistas chegaram ao poder. Sobrou pouco espaço para partidos civis e liberais.

Muitas pessoas que vivem no Egito dos dias de hoje estão se sentindo impotentes e preocupadas com o futuro. Isto inclui milhões de cristãos nominais e, acredite ou não, muçulmanos também, que desejam viver sob um governo civil e não num país governado por islâmicos.

Quanto a mim e à minha família, junto com tantos cristãos comprometidos no Egito, desfrutamos de uma alegria especial e paz que só o nosso Pai pode dar! É a mesma alegria e paz que Daniel tinha na cova dos leões; que os três jovens tiveram na fornalha ardente; e que os discípulos tiveram ao ver o rosto de Jesus se aproximando do barco no meio da tempestade.

A questão que nós, cristãos do Egito, nos fazemos hoje é simples: não é mais seguro ficar fora da cova dos leões? Não é mais confortável ficar fora da fornalha? E não é mais agradável ficar ao lado do lago em torno da fogueira, aproveitando a brisa da noite, em vez de lutar contra altas ondas, tentando desesperadamente manter-se vivo?

Ao longo dos últimos meses, muitos cristãos fugiram da cova, da fornalha e do barco.

Esse tipo de notícia nos parte o coração! No mês passado, dei adeus a um grande amigo e companheiro no ministério, que se foi com a família para os Estados Unidos. É bastante doloroso.

No entanto, ver a face confortadora de Jesus em meio à angústia, ao sofrimento e à instabilidade é uma bênção exclusiva. Confiar nas muitas promessas da Palavra de Deus e colocá-las em ação é uma garantia celestial que nenhum homem, sistema, riqueza podem dar.

Ler as maravilhosas palavras do salmo 91, juntamente com tantas outras promessas, traz a verdadeira alegria e paz aos nossos corações, porque sabemos que nosso Pai está no controle!

Esta é a razão pela qual minha família e eu, bem como muitos cristãos espalhados por aldeias, vilas e cidades do Egito, permanecem na linha de frente, comprometidos em refletir o amor de Jesus para nossos conterrâneos, não importa quem sejam.

 

Fonte: Portas Abertas Internacional / Portas Abertas http://www.portasabertas.org.br/noticias/2012/07/1631385/
Tradução: Portas Abertas Brasil

Superstição e crendices, você acredita nisso?

O que é superstição?

 

Do latim. superstitione. O Dicionário Aurélio define superstição da seguinte maneira:

1. Sentimento religioso baseado no temor ou na ignorância, e que induz ao conhecimento de falsos deveres, ao receio de coisas fantásticas e à confiança em coisas ineficazes; crendice.

2. Crença em presságios tirados de fatos puramente fortuitos.

3. Apego exagerado e/ou infundado a qualquer coisa:

O Brasil, devido a mistura de raças (o índio, o negro e o europeu) é um campo fértil para as mais variadas e aberrantes superstições. A religião que deveria ser a sanadora deste problema, na verdade é a que mais o formenta. A religião indígena animista, o espiritismo africano misturado com práticas supersticiosas católicas, formaram e moldaram durante estes 500 anos as crendices do povo brasileiro.

VOCÊ ACREDITA NISSO?

Não se sabe ao certo a origem exata de como a superstição começou influenciar na vida do homem. Mas com certeza essas práticas que existem hoje tem sua origem nas antiqüíssimas religiões da Assíria, Babilônia, Egito, Grécia e Roma. São resquícios de práticas idólatras já há muito tempo condenadas pela Bíblia. O homem apartado de seu criador procura subjugar o reino das trevas através de amuletos, encantamentos, rezas portáteis e esconjuros aos quais atribuem poderes mágicos. Veja por exemplo, o ritual católico de exorcismo, mais se assemelha a rituais pagãos do que ao ensino Bíblico sobre expelir demônios. O universo das crendices é deveras enorme. Existem superstições para todas as ocasiões e pessoas. Há aquelas que são ligadas a avisos tais como:


Borboletas negras = sinal de morte.

Caiu um talher = visitas chegando.

Viajar com padres = desgraça na certa.

Vestir roupa ao avesso = recebimento de dinheiro.

Sentir a orelha quente = alguém está falando da pessoa.

Morto de olho aberto = haverá outro morto.

Ainda temos: colocar vassoura virada atrás da porta faz a visita ir embora, passar debaixo de escadas traz azar, dormir com os pés voltados para a porta traz a morte.

Tem ainda as superstições ligadas à medicina natural como simpatias para curar bronquite úlcera, dores e inflamações. Por exemplo: banhar os olhos em urina de recém nascido do sexo masculino cura conjuntivite; passar no pescoço o sangue de galinha preta cura inflamação na garganta; comer formigas para recuperar a visão; a mulher deve beber um copo de água em que o marido tenha lavado o rosto para evitar aborto.


ORIGEM DE ALGUMAS SUPERSTIÇÕES

Por que a sexta feira 13 é considerada o dia do azar?

Tudo indica que essa crendice vem de duas lendas da mitologia nórdica. De acordo com a primeira delas, houve, no Valhalla – a morada celestial das divindades –, um banquete para 12 convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga em que morreu Balder, o favorito dos deuses. Instituiu-se, então, a superstição de que convidar 13 pessoas para jantar era desgraça na certa e esse número ficou marcado como símbol do azar. A segunda lenda é protagonizada pela deusa do amor e da beleza, friga, cujo nome deu origem às palavras friadagr e Friday, “sexta-feira” em escandinavo e inglês. Quando as tribos nórdicas se converteram ao cristianismo, a personagem foi transformada em uma bruxa exilada no alto de uma montanha. Para se vingar, Friga passou a reunir-se, todas as sextas feiras, com outras 11 feiticeiras, mais o próprio satanás, num total de 13 participantes, para rogar pragas sobre a humanidade. Da Escandinávia, a superstição espalhou-se por toda a Europa, reforçada pelo relato bíblico da Ultima Ceia, quando havia 13 pessoas à mesa, na véspera da crucificação de Cristo – que aconteceu numa sexta-feira. No Antigo Testamento judaico, inclusive, a sexta-feira já era um dia problemático desde os primeiros seres humanos. Eva teria oferecido a maça a Adão numa sexta-feira e o grande dilúvio teria começado no mesmo dia da semana.


Como surgiu o costume de bater na madeira para afugentar o azar?

A versão original consistia em bater no tronco de uma arvore e sua origem mais provável pode estar no fato de os raios caírem freqüentemente sobre as arvores. Os povos antigos – desde os egípcios até os índios do continente americano – teriam interpretado este fato como sinal de que tais plantas seriam as moradoras terrestre dos deuses. Assim, toda vez que sentiam culpados por alguma coisa, batiam no tronco com os nós dos dedos para chamar as divindades e pedir perdão. “A s árvores são sagradas em todas as culturas e religiões: um símbolo universal do elemento de ligação entre o céu e a terra”, diz Maria Ângela de Almeida, teóloga da Pontífice Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Os celtas também eram adeptos desse costume: seus sacerdotes, os druidas, batiam na madeira para afugentar os maus espíritos, acreditando que as árvores consumiam os demônios e os mandavam de volta à terra. Já na Roma antiga, batia-se na madeira da mesa, peça de mobília também considerada sagrada, para invocar as divindades protetoras do lar e da família.


Por que o gato preto é considerado mau agouro? 

A superstição teve origem na Idade Média, quando se acreditava que os felinos, devido a seus hábitos noturnos, tinham parte com o demônio – e se o bichano era da cor negra, habitualmente associada às trevas, pior ainda para ele. Assim, no imaginário medieval, o gato preto tornou-se tão inseparável da mística figura da feiticeira quano a vassoura voadora. No século XV, o papa Inocêncio VIII (1432-1492) chegou a incluir o pequeno animal na lista de perseguidos pela inquisição, campanha assassina da Igreja Católica contra supostas heresias e bruxarias. A perseguição atingiu seu auge na Inglaterra do século XVI, época de repentino aumento da população felina nas cidades. Consta que, em certa noite de 1560, em Lincolnshire, um gato preto foi ferido a pedradas. Encurralado, ele refugiou-se na casa de uma velhinha que costumava a dar abrigos a gatos de rua. No dia seguinte, essa pessoa também apareceu machucada – o que fez o povo local concluir que ela era uma bruxa e o gato, seu disfarce noturno. Nessa tentativa de combater o paganismo, a Inquisição inverteu uma tradição milenar, pois os gatos eram reverenciados como divindades, principalmente entre os antigos egípcios. Na França, a perseguição aos gatos durou até 1630, quando foi proibida pelo rei Luiz XIII (1601-1643). Há, no entanto, uma pesquisa do hospital de Long Island, nos Estados Unidos, que indica que, pelo menos para pessoas alérgicas, um contato com um gato preto pode ter péssimos efeitos. Isso porque os pêlos felinos dessa cor conteriam uma maior quantidade de substancias alérgicas.


Por que a ferradura é símbolo de boa sorte?

Há registros de que esse objeto já era considerado um amuleto poderoso desde a Grécia antiga. Primeiro, porque era feito de barro, elemento que os gregos acreditavam proteger contra todo mal. Além disso, seu formato lembrava a lua crescente, símbolo de fertilidade e prosperidade. Os romanos, herdeiros de boa parte das tradições gregas, adotaram também esta superstição e a passaram adiante. Os cristãos europeus, por sua vez, creditam sua origem a São Dunstan de Canterbury (924-988), monge e arcebispo inglês conhecido como grande estudioso da metalurgia, tendo aperfeiçoado as tecnicas de fabricação de sinos – além de ser músico e pintor. Segundo a lenda, Dunstan teria colocado ferradura no próprio demônio e somente as tirou depois de ouvir as promessas do capeta de que nunca mais se aproximaria do objeto. A tradição manda colocar ferradura no alto da porta, com as pontas viradas para cima, se não a sorte vai embora. Mas há países, como a Espanha, em que acredita-se que a ferradura deve apontar para baixo, para que a sorte se espalhe por toda a casa.


Quebrar espelho traz azar? 

Outra superstição bem conhecida diz que se alguém quebrar um espelho vai ter 7 anos de azar. Esta crença remonta a milhares de anos, quando se acreditava que a imagem de uma pessoa, seja numa pintura ou um reflexo, era parte dela e qualquer coisa que acontecesse com a imagem, sucederia a ela.

Porque deseja-se “saúde” quando se espirra? 

Quando se espirra diz-se “gesundheith” – que em alemão quer dizer “boa saúde para você” ou, como dizemos, “Deus te abençoe”. Porque não oferecemos uma oração a quem tosse, só a quem espirra? Esta crença também é muito antiga, quando se acreditava que o espírito do indivíduo morava em sua cabeça, e um bom espirro poderia faze-lo ir embora. A idéia corrente era que os espíritos maus andam rodeando, tentando entrar na cabeça da pessoa, e seus amigos deveriam dizer uma prece para manter os espíritos maus longe.

Daniel Cohen também dá outra ilustração sobre a antiga crença de que os espíritos poderiam sair do corpo: “Quando se espirra, deve-se cobrir o nariz com um lenço. É uma questão de bom senso porque o espirro espalha germes. Mas por que razão cobre-se a boca com um lenço quando se boceja? Não fazer isso é considerado grosseiro, embora o bocejar espalhe poucos ou nenhum germe. Este hábito também começou a milhares de anos, quando o homem tinha medo que seu espírito poderia escapar pela boca aberta ou que algum espírito mau pudesse entrar. Assim tapava a boca com a mão. Em nossa época esta crença antiga mudou. Há pais que dizem aos filhos para cobrir a boca ao bocejar, senão pode entrar um mosquito.


Liberte-se

O povo Brasileiro precisa urgentemente ser liberto das crendices que assolam a sua vida espiritual. A única pessoa que leva vantagem em tudo isto é o inimigo de nossas almas: o diabo, nosso adversário. A Bíblia diz que ele cegou o entendimento dos incrédulos (II Co. 4:4). Por outro lado, Jesus, veio para nos libertar das crendices e superstições. O diabo prende as pessoas debaixo do medo desses espíritos, mas a Bíblia nos diz que o Filho de Deus se manifestou para destruir as obras do diabo (I Jo. 3:8). O único poder que pode libertar verdadeiramente o ser humano é a verdade através do evangelho de Cristo, pois ele mesmo disse: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (Jô. 8:32). Você não precisa viver mais dependendo de rezas, encantamentos, amuletos, plantas, rogos ou qualquer espécie de artifício para afugentar o mal. Não precisa ir mais na benzedeira para “trancar o corpo” ou coisa parecida, tão somente deixe Jesus entrar em seu coração e você verá que nada disso atinge um verdadeiro servo de Deus, um cristão de verdade. A Bíblia chega mesmo a dizer que “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive pecando; antes o guarda aquele que nasceu de Deus, e o Maligno não lhe toca.” ( I Jo. 5:18).

 

Por  Paulo Cristiano

Fonte: http://www.cacp.org.br/estudos/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=945&menu=7&submenu=4

Cristãos e muçulmanos se unem para proteger igrejas

 

 

 

Líderes cristãos e muçulmanos uniram esforços para mais ataques violentos contra igrejas no Quênia

 

 

 

Depois do ataque contra duas igrejas no norte do país, muçulmanos prometem se unir aos cristãos para proteger suas igrejas na província Nordeste do país.

A atitude vem contradizer a opinião de analistas políticos, que acreditavam que os ataques tinham o objetivo de incentivar a violência entre cristãos e muçulmanos.

A polícia ainda investiga o incidente.

Muitos culpam o grupo al-Shabab pelo ataque. Al-Shabab (os jovens, em árabe) é um grupo militante da Somália ligado à rede terrorista al-Qaeda. Uma das justificativas é que Garissa, cidade em que ocorreu o atentado, fica a apenas 200 quilômetros  da fronteira entre o Quênia e a Somália.

No ataque, 17 pessoas foram mortas e mais de 40 foram feridas.

 

Fonte: Christian Broadcasting Network / Portas Abertas http://www.portasabertas.org.br/noticias/2012/07/1630415/
Tradução: Portas Abertas Brasil

Polícia invade escola bíblica de férias

 

 

 

Polícia chinesa invade escola dominical e leva crianças para a delegacia

 

 

 

Policiais da província de Xinjiang, região oeste da China, invadiram a escola dominical de uma igreja não registrada e levaram cerca de setenta crianças e seus professores para a delegacia, em 2 de julho.

Sete professoras foram presas no centro de detenção local.

As crianças participavam de uma espécie de escola bíblica de férias programada pela igreja, localizada em Urumqi, capital da província. Agentes do departamento de polícia e do Departamento de Proteção à Segurança Doméstica interromperam as atividades e levaram as setenta crianças presentes e seus professores para a delegacia, onde foram interrogados. Alguns pais e líderes da igreja também foram levados para o interrogatório.

As sete professoras presas estão, até o momento, presas no centro de detenção de Xishan.

 

 

 

Fonte: China Aid / Portas Abertas http://www.portasabertas.org.br/noticias/2012/07/1630368/

Tradução: Portas Abertas Brasil