Temos a eternidade em nosso DNA

 

Gênesis nos ensina que o Eterno formou o homem do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego da vida, fazendo-o Sua imagem e semelhança.

Na intimidade do paradisíaco ambiente do primeiro lar terreno, Ele mostra ao homem as duas únicas opções que lhe foram dadas: vida eterna ou morte eterna. Nossos primeiros pais, que viviam a totalidade do bem, optaram por experimentar o mal e, assim fazendo, escolheram a morte eterna. Morreram espiritualmente e foram separados de Deus. Morte física se dá, quando a alma é separada do corpo, morte espiritual, quando o homem é separado de Deus.

Comentando sobre a tão terrível realidade, o apóstolo Paulo fala que “por um só homem (Adão) entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram”; e: “Todos pecaram e separados estão da presença de Deus”; ainda: “O salário do pecado é a morte, mas o dom de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 3:23; 5:12; 6:23). Notemos a constante ênfase dada nas expressões “vida eterna” e “morte eterna” bem como a oportunidade que nos é oferecida de fazermos a escolha certa. Está claro que temos a eternidade pela frente.

Toda a narrativa bíblica revela Deus agindo em benefício do homem caído com o fim de trazê-lo de volta à vida com o Pai. É por esse prisma que devemos ler as Escrituras: O Deus Santo, amoroso e perdoador, estendendo a mão para trazer à vida eterna o filho rebelde, chafurdado na lama do pecado e da morte eterna. Como o filho pródigo, cada ser humano deve reconhecer o estado em que se encontra, arrepender-se por não viver em comunhão com Deus, abandonar toda lama e voltar-se para o seu Criador.

O Novo Testamento nos ensina com muita clareza que o homem, ainda nesta vida, tem que escolher entre a “vida eterna” ou a “morte eterna”. Jesus diz que “Deus amou o mundo de tal maneira, que deu Seu filho Unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16). A eternidade do homem é a mensagem central de Jesus. Por exemplo, Ele adverte: “Quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus” (Jo 3:36). Quando revela sobre o julgamento do Último Dia, o Senhor Jesus usa expressões extremamente fortes ao afirmar: “E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna” (Mt 25:46).

O Eterno nos ensina sobre a realidade da vida e nos dá o privilégio da escolha: disse Jesus: “a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6:40). Nessa questão não há neutros, todos temos que escolher. Escolha a vida eterna!

 

Texto: Pr. Jonas Neves

Fonte: Guia-me

http://www.palavradepaz.com.br

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